A jornada
Filho da montanha.
Forasteiro do mundo.

São Thomé das Letras, MG
Nasci entre as pedras quartzosas e a neblina mística das montanhas de São Thomé das Letras — um lugar onde a lenda e a geologia compartilham o mesmo silêncio.
Cresci ouvindo que aquela terra emite uma frequência que não pertence a este século. Levei anos para entender que minha obra é justamente isso: tentar carregar essa frequência comigo, dobrá-la dentro do violão, e soltá-la onde quer que eu vá.
Sou nômade por necessidade, polímata por curiosidade e nexialista por vocação — costuro o que a especialização tenta separar. Música, escrita, ciência, sátira: tudo é o mesmo gesto de tradução do mundo.
"A arte acústica é o último idioma que ainda exige presença."